Respeito às Diferenças

Respeito às Diferenças

O Respeito às diferenças é a garantia dos direitos constitucionais e da promoção do exercício da cidadania, evitando injustiças, respeitando o outro e exigindo o mesmo para si. Exigir os direitos à não discriminação, à existência, à sobrevivência e à identidade é assegurar a igualdade.

Lutar contra o preconceito, erradicar a violência social, criminalizar condutas racistas e assegurar a liberdade de cada grupo étnico de exteriorizar sua cultura é uma decisão que precisa ser tomada para obtermos o respeito às diferenças da coletividade, assegurada pela legislação brasileira.

Para que seja alcançado o respeito às diferenças, é preciso um governo democrático protetor da liberdade de expressão; de religião e de crença; com julgamento justo e igual proteção legal; liberdade de organizar, denunciar, discordar e participar plenamente da vida pública da sociedade.

O primeiro passo para o respeito às diferenças é garantir a aplicação das leis já existentes e apresentar emendas com abrangência às necessidades do cidadão.

Como exemplos dessa desigualdade e falta de respeito às diferenças podemos citar 3 grupos de foco: idosos, homoafetivos e portadores de necessidades especiais.

Hoje, o Brasil possui cerca de 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E criar meios de respeito às diferenças é essencial, pois de acordo com estimativas do Instituto, esse contingente atingirá 32 milhões em 2025 e fará o país ocupar o sexto lugar em número de idosos no mundo.

Promover a inclusão social e a acessibilidade aos espaços urbanos é garantir o respeito às diferenças e os direitos desses cidadãos, uma vez que essa parcela da população brasileira, apesar da criação do “Estatuto do Idoso”, ainda é vítimas de preconceito e descaso da sociedade.

A cada dois dias um homoafetivo é assassinado no País, vítima da homofobia que não tem noção de respeito às diferenças. Nos dois primeiros meses deste ano, já foram documentados 34 homicídios contra homoafetivos. Entre as vítimas, 59% eram gays, 37% eram travestis e 4%, lésbicas, sendo 21% dos crimes ocorridos na região Sudeste. Os criminosos homofóbicos não respeitam classes sociais, atingindo desde profissionais liberais a trabalhadores braçais; 41% dos crimes foram cometidos contra pessoas de até 29 anos.

No país, segundo o censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são cerca de 24,5 milhões de portadores de alguma forma de deficiência (14,5% da população). Desse total, apenas 80 mil estão empregados pelo sistema de cotas para deficientes físicos, que obriga as empresas privadas com mais de 100 funcionários a reservarem entre 2 e 5% de vagas para os deficientes físicos. Criar políticas públicas efetivas para os portadores de necessidades especiais é uma forma de respeito às diferenças e  de promoção do verdadeiro processo de inclusão social.

Com o respeito às diferenças vamos  promover a dignidade e os direitos das pessoas. Somos diferentes, mas somos todos cidadãos.

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